Última atualização em 2 de julho de 2025

As questões dos refugiados, da imigração e da segurança das fronteiras estão ganhando crescente importância política no século XXI. Milhões de pessoas são refugiadas ou enfrentam a decisão de deixar seus lares. Quem acredita poder ignorar o sofrimento dessas pessoas vive em um mundo de fantasia, assim como aqueles que se apegam à ideia ingênua de que todo o sofrimento do mundo pode ser aliviado em solo europeu.

Atualmente, existem três grupos de estados:

Grupo A): Aqueles que protegem efetivamente suas fronteiras. Este é o grupo majoritário: da China à Arábia Saudita, da Austrália à Rússia, dos EUA ao Canadá – todos os governos responsáveis ​​do mundo protegem suas populações. Eles fazem isso condicionando o acesso ao seu território a certas condições, em particular à identificação confiável daqueles que buscam o direito de entrar no país.

Grupo B): São estados falidos que não conseguem controlar totalmente seu território devido à falta de recursos econômicos e militares. Exemplos incluem Somália, Sudão, Afeganistão e Etiópia. Esses estados não têm controle sobre suas fronteiras e, portanto, não podem impedir a entrada não autorizada de, por exemplo, criminosos ou grupos armados. No entanto, geralmente não são atrativos para refugiados empobrecidos porque, por falta de recursos econômicos, não conseguem fornecer assistência social.

Grupo C): Por fim, há o grupo de Estados que, em princípio, (ainda) são capazes de agir, mas se recusam a proteger suas fronteiras por razões ideológicas. Isso inclui principalmente países da UE, como Itália, Alemanha, Grécia e França. Os países europeus do Grupo C invocam uma fronteira externa abstrata da UE que não existe na realidade e nunca existiu. A Alemanha, em particular, atrai milhões de migrantes empobrecidos para a Europa com seu sistema de bem-estar social. A proteção da população contra o crime e a injustiça social fica em segundo plano.

As condições nos países dos grupos B) e C) irão convergir com o tempo. Aqueles que não conseguirem garantir a segurança de suas fronteiras não poderão assegurar a prosperidade e a segurança de suas populações a longo prazo.

Os países do Grupo C escolheram um caminho político especial. Todos os que vivem nesses países, mais cedo ou mais tarde, terão que pagar um preço por essa política.

A SIGNAL exige nada mais, nada menos que a normalidade para a Alemanha! Vamos garantir que voltemos a ser um país do Grupo A o mais rápido possível!

 "O mundo será curado pelo espírito alemão"? – Não conosco! Impeçam o caminho especial de Merkel e companhia!

Foto acima: Essas cercas separam a Arábia Saudita do Iraque. Foto: MayRa

As cercas não estão ali no deserto...