Ataque com mísseis no Catar. | Instantâneo: YouTube

Última atualização em 10 de setembro de 2025

Em 9 de setembro de 2025, as Forças de Defesa de Israel (IDF) lançaram um ataque com foguetes contra a liderança do Hamas em Doha, Catar. Este ataque foi a primeira incursão militar conhecida de Israel no emirado e ocorreu durante uma reunião da liderança do Hamas discutindo um cessar-fogo proposto pelos EUA.

Vítimas do ataque

Um total de seis pessoas foram mortas, incluindo cinco membros do Hamas e um oficial de segurança do Catar. As vítimas identificadas incluem:

Humam al-Hayya: Filho do líder sênior do Hamas, Khalil al-Hayya.

Um associado sênior de Khalil al-Hayya.

Um oficial de segurança do Catar.

O Hamas afirma que toda a liderança do grupo sobreviveu ao ataque, mas isso não diminui a tragédia da perda de vidas.

Antecedentes do ataque

O ataque ocorreu na área de Leqtaifiya, em Doha, lar de muitas embaixadas estrangeiras e complexos residenciais. Israel justificou o ataque com foguetes alegando que os alvos atingidos eram diretamente responsáveis ​​pelos ataques terroristas contra Israel. As Forças de Defesa de Israel (IDF) declararam que a operação foi conduzida independentemente dos EUA e que Israel assume total responsabilidade por ela.

Os ataques foram amplamente criticados internacionalmente, por serem vistos como uma violação do direito internacional e da soberania do Catar. O Catar, que atua como mediador entre Israel e o Hamas, condenou o ataque como "louco" e "covarde".

Reações e efeitos

As reações ao ataque foram negativas em todo o mundo. Muitos países e organizações expressaram preocupação com a escalada da violência e o perigo para os civis. O ataque ocorreu em um momento em que o Catar tentava negociar um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, complicando significativamente os esforços diplomáticos.

A situação permanece tensa, e os esforços internacionais pela paz na região foram, sem dúvida, prejudicados pelo ataque. Além disso, a libertação de reféns israelenses pelo Hamas é praticamente impossível num futuro próximo, após este golpe à sua liderança.

Vídeo da AFP.

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