Última atualização em 21 de fevereiro de 2026

Mesmo após diversos atos brutais de violência, o sistema judiciário alemão não consegue deportar um criminoso perigoso da Eritreia. A causa principal do problema é o fracasso político. O preço desse fracasso foi pago em janeiro de 2026, quando três jovens funcionários da MediaMarkt em Ulm foram esfaqueados por Mahmoud, um eritreu de 29 anos. Uma das vítimas sofreu ferimentos com risco de vida.

Que o homem era perigoso já havia sido notado mais de cinco anos antes. Em agosto de 2020, Mahmoud atacou um colega residente, de idade semelhante, no abrigo para requerentes de asilo onde estava alojado às custas dos contribuintes alemães, com um gargalo de garrafa quebrado, sem motivo aparente. Apesar disso, a polícia e o judiciário não dispunham de meios legais para proteger permanentemente o público do homem aparentemente brutal e irascível.

A pena foi suficiente apenas para três anos e meio de prisão. Ela foi cumprida em dezembro de 2025, e o criminoso foi libertado. Isso apesar de ter causado tumultos na prisão, arrancado um vaso sanitário do chão e destruído uma câmera de vídeo.

Por que Mahmoud não pôde ser deportado para a Eritreia após cumprir sua pena?

A resposta preocupante do Ministério das Migrações de Baden-Württemberg foi: "Neste caso específico, os documentos de identidade necessários para a deportação não estavam disponíveis", relata a revista Focus. A Eritreia não está cooperando com a repatriação de seus cidadãos e, por exemplo, não emite segundas vias de documentos de identidade.

O legislativo precisa intervir! Não é justo que pessoas que entram na Alemanha sem documentos ou com documentos falsos gozem de relativa impunidade e se tornem um risco constante para seus concidadãos. Se Friedrich Merz estivesse realmente empenhado em mudar a política migratória, ele e seu governo enfrentariam esse problema em vez de assistir passivamente ao seu desenrolar!

Uma reflexão sobre “Criminosos violentos da Eritreia não podem ser deportados”

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